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Veja aqui algumas notícias do Agronegócio dessa semana e saiba como elas podem interferir no seu negócio.

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Receio da China faz Maia segurar liberação da venda de terras para estrangeiros

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reconheceu nesta quarta-feira (31) que tem receio de submeter a votação o projeto de lei que libera a venda de terras brasileiras para estrangeiros. A principal preocupação de Maia é com um gigante da economia mundial, a China. “Talvez seja estratégico para o Brasil não deixar que a China tenha as duas pontas, a compra da commodity e a terra para produzir essas commodities. Precisamos ver uma forma de não entregar as duas pontas do principal setor da economia brasileira, no qual o país tem tecnologia e competitividade, para a China. É essa a minha preocupação”, afirmou o deputado em café da manhã com empresários e jornalistas promovido pela Associação Brasileira de Relações Institucionais (Abrig). O projeto de lei, que tramita na Câmara desde 2012, ganhou força no ano passado em meio às articulações do presidente Michel Temer com a bancada ruralista. Maia explica que sua posição mudou sobre o assunto mudou nos últimos meses. “Se tivesse tido condições, no ano passado, eu teria votado. Hoje tenho necessidade pessoal de compreender como fazer essa operação sem entregar para a China essas duas pontas, o maior comprador dos nossos produtos sendo proprietário das nossas terras”, explicou. Para ele, o modelo adotado na aviação civil não pode ser repetido na compra de terras por estrangeiros. “Temos restrição na aviação, mas todas as empresas brasileiras são estrangeiras. Temos de tomar cuidado porque essas composições acionárias no mercado dão a terceiros o controle que elas não têm”, exemplificou. O governo estima que a liberação da venda de terras para estrangeiros poderá gerar investimentos de R$ 150 bilhões no prazo de cinco anos. Parecer de 2010 da Advocacia-Geral da União (AGU) veda a compra de grandes propriedades rurais no país por investidor estrangeiro. Um projeto sobre o assunto tramita no Congresso desde 2012, mas além disso não foi votado. Pelas regras atuais, estrangeiro não residente e pessoas jurídica estrangeira não autorizada a atuar no país estão proibidas de comprar ou arrendar terras no Brasil. No ano passado o assunto foi retomado por Temer no período em que buscava votos para escapar das duas denúncias criminais na Câmara. Fonte : Site Boa Informação

Com a maior alta desde 2012, produção de móveis cresce 4,6%

A produção de móveis no Brasil fechou 2017 com crescimento de 4,6% no acumulado do ano, segundo a Pesquisa Industrial Mensal da Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quinta-feira (1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esta é a maior evolução registrada desde 2012, quando o setor industrial moveleiro apresentou alta de 5,7%.

Os dados indicam a retomada de fôlego da indústria de mobiliário. Nos últimos anos, a produção acumulada de móveis apresentou subsequente quedas ou, no máximo, um tímido crescimento: foram baixas de 10,1% em 2016, 13,8% em 2015 e 7,3% em 2014. A única alta registrada, de 1,7%, ocorreu em 2013.

Produção de móveis acelerou a partir do segundo semestre

A indústria moveleira começou 2017 desacelerada, apresentando quedas até o mês de julho no acumulado do ano em comparação com o mesmo período do ano anterior. Mas em agosto, com crescimento de 0,6% deu-se início uma recuperação progressiva. As taxas foram de 1,6% em setembro, 3,4% em outubro, 4,4% em novembro, chegando aos 4,6% em dezembro.

A produção de móveis também se manteve acima da média brasileira. A indústria de modo geral, contando todos os setores sondados, encerrou o ano com crescimento acumulado de 2,5% em comparação com o ano anterior.

Melhor desempenho em relação aos meses de 2016

Os indicadores do setor moveleiro apontam um desempenho mensal superior a quase todos os meses iguais do ano anterior. Em dezembro de 2017 o aumento da produtividade foi de 6,9% em relação dezembro de 2016. Essa foi a oitava taxa positiva consecutiva na comparação com o mesmo mês do ano anterior, sendo que em novembro a evolução foi de 13,6% e em outubro, o recorde do ano, o avanço chegou a 18,3%.

Aumento da produtividade no ano

No comparativo com o mês imediatamente anterior, a produção de móveis em dezembro de 2017 cresceu 3% diante de novembro. A taxa fica atrás somente de julho ante junho (8,5%), abril ante março (11,2%) e fevereiro ante janeiro (5,4%)

Fonte: Site Emobile

Cenibra estabelece novo recorde de produção

O índice obtido é 20.342 toneladas acima do valor previsto.

A Celulose Nipo-Brasileira (Cenibra), em Belo Oriente, fechou 2017 com um novo recorde de produção anual, quando alcançou 1.220.638 de toneladas de celulose branqueada de fibra curta de eucalipto. O índice obtido é 20.342 toneladas acima do valor previsto. Em dezembro de 2017, a empresa estabeleceu outros recordes de produção, sendo diário por linha, 1.978 toneladas, mensal por linha, 55.522 toneladas e anual por linha, 598.118 toneladas. A Cenibra dispõe de duas linhas de produção. A Linha 1, que opera desde 1977, e a Linha 2, que entrou em operação no final de 1995. O volume total de vendas foi 1.221.084 toneladas, conforme a assessoria de imprensa da empresa.

“O recorde torna-se mais relevante, sobretudo, por considerar o fator segurança no trabalho. A maturidade dos empregados, a competência e comprometimento mostram como é possível obter resultados impressionantes com segurança. Comemorar este resultado é reconhecermos que a Cenibra trabalha com níveis de crescimento de qualidade, competitividade e produtividade sem descuidar daquele que é o mais valioso patrimônio: a vida”, analisa o Diretor-Presidente Naohiro Doi.

O empreendimento continua a ser visto como viável e estratégico pelos acionistas. Perspectivas favoráveis para os novos investimentos estão colocadas pelo mercado internacional de celulose e estão sendo estudadas com atenção em todos os aspectos econômicos, financeiros, fiscais, de infraestrutura, abastecimento e logística.

A Cenibra investirá até o fim de 2018, US$ 50 milhões na modernização do sistema de picagem de madeira e de uma das linhas de branqueamento de celulose, na fábrica de Belo Oriente. O investimento no processo de branqueamento de celulose permitirá a redução do uso de produtos químicos no processo produtivo, economia de água e, por consequência, maior competitividade e otimização de resultados na preservação do meio ambiente.

Fonte: Site Celuloseonline